Aproveitando o projeto que transforma o PlayStation 5 em um PC com Linux, o canal especializado em análises de performance Digital Foundry testou o desempenho do console em um cenário extremo: reproduzindo Path Tracing em jogos que contam com a técnica avançada de iluminação. O aparelho mostra limitações claras com sacrifícios importantes, mas ainda surpreende ao conseguir reproduzir Cyberpunk 2077 e outros games, considerando a idade do hardware.
A equipe de especialistas reproduziu 3 títulos que embarcam Path Tracing e oferecem os benefícios mais notáveis da técnica: Quake 2 RTX, Portal with RTX e Cyberpunk 2077. Entre eles, o game de mundo aberto da CD Projekt RED é de longe o mais exigente, sendo o mais recente e oferecendo uma escala maior.
Como esperado diante da simplicidade e da idade do título, Quake 2 RTX foi o que entregou a experiência mais sólida. Em 4K nativo e iluminação global no médio, o console engasgou e mal chegou a 10 FPS. Contudo, ao usar TAAU (upscaling com processamento temporal básico) para 4K a partir de 1080p (escala de 50%), o jogo alcançou 40 FPS. Ao adicionar resolução dinâmica reduzida a até 540P, o PS5 cravou então 60 FPS.
