Não é de hoje que circulam notícias de que as empresas chinesas estão investindo pesado em IA e robótica como uma forma de acelerar sua economia e contornar as recentes tarifas comerciais impostas por Donald Trump. Ao que parece, a Xiaomi será uma das pioneiras nessa nova empreitada.
A Xiaomi planeja uma transformação profunda em sua cadeia de produção ao substituir gradualmente atividades manuais por sistemas de inteligência artificial e robôs humanoides. A estratégia foi detalhada por Lei Jun, fundador e CEO da companhia, em entrevista ao Beijing Daily. Segundo ele, a automação avançada deve se tornar elemento central da indústria nos próximos cinco anos.
A Xiaomi busca aumentar a eficiência em setores nos quais a inspeção e o controle de qualidade ainda dependem de operadores humanos. A visão da empresa envolve modernização do processo fabril não só para redução de custos, mas também para manter competitividade global diante do avanço tecnológico de concorrentes internacionais.
