A crise dos chips de memória já começou a impactar o mercado de smartphones e a Xiaomi tem feito movimentos para evitar repassar os custos aos consumidores.
A ideia é manter o título de empresa que aposta no “custo-benefício”, sendo que, para isso, a marca chinesa irá “matar” os smartphones da Redmi e POCO que tenham 1 TB de armazenamento interno.
Por mais que o foco seja nos intermediários/premium, há chances da chinesa também remover esses dispositivos do seu próprio catálogo, limitando o armazenamento máximo a 512 GB.
