Enquanto o Brasil deu carta branca para a fusão entre Warner Bros. e Paramount, uma coalizão formada por 12 estados dos Estados Unidos entrou com uma ação antitruste para tentar impedir o negócio. O processo foi apresentado nesta segunda-feira (13), poucas semanas após o Departamento de Justiça norte-americano aprovar a operação.
Liderada pelo procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, a iniciativa contesta o acordo avaliado em US$ 111 bilhões. Segundo os estados, a união das duas gigantes do entretenimento reduziria significativamente a concorrência nos mercados de distribuição cinematográfica e licenciamento para canais de TV por assinatura.
Na ação, a coalizão afirma que a operação viola a Lei Clayton, legislação dos Estados Unidos voltada à prevenção de práticas anticompetitivas. O grupo sustenta que a fusão poderá concentrar uma parcela relevante do mercado nas mãos de uma única companhia, prejudicando empresas concorrentes e consumidores.
