A Alemanha entrou no debate internacional sobre restrições ao uso de redes sociais por adolescentes. Lideranças conservadoras do governo alemão avaliam estabelecer idade mínima de 16 anos para acesso às plataformas, seguindo um movimento iniciado pela Austrália, e que também já vem sendo discutido por Espanha e França.
A medida ganhou força dentro do partido do chanceler Friedrich Merz, mas enfrenta resistência de aliados de centro-esquerda na coalizão governista.
Dennis Radtke, representante da ala trabalhista da CDU (Partido de Centro-Direita da Alemanha), defende a criação de um limite etário legal para acesso às redes sociais na Alemanha. Para ele, o ritmo de crescimento das redes supera a educação midiática, expondo menores a desinformação, discurso de ódio e conteúdos nocivos.
