“Revolução” do eSIM trava em alguns países com preferência dos usuários pelo chip físico

Apesar das promessas de praticidade e segurança, o chip virtual ainda engatinha em mercados onde o consumidor tem o poder de escolha. Dados recentes mostram que, sem a imposição das fabricantes ou crises de segurança que forçam a migração, o antigo chip físico é mantido como preferência do público.

A resistência onde há escolha

Conforme aponta o portal ETNews, na Coreia do Sul, o eSIM representa apenas 5% da base total de assinantes, com 2,9 milhões de linhas em um universo de 57 milhões de usuários. O leve salto recente (de 3% para 5%) não teria sido espontâneo, mas sim impulsionado por um incidente de segurança em rede que forçou a migração.

O site sugere que a falta de conhecimento seria o principal obstáculo, o que está levando o governo sul-coreano a planejar intervenções — um porta-voz da administração do país deixou as intenções claras em comunicado enviado ao ETNews.

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