A Apple mais uma vez se tornou algo do Procon, agora no Rio de Janeiro. A entidade de defesa do consumidor iniciou um procedimento administrativo na última sexta-feira, 8, sobre uma suposta publicidade enganosa da empresa em relação a recursos prometidos no lançamento do iPhone 15 Pro e 15 Pro Max e do iPhone 16.
As campanhas publicitárias veiculadas após o anúncio dessas gerações associava os aparelhos a funções avançadas de inteligência artificial. A Maçã, porém, só entregou parte desses recursos depois de uma atualização de software. Entre as novidades, a ausência que mais foi notada pelos consumidores no Brasil é a nova versão conversacional da assistente virtual Siri.
Diante desse cenário, o Procon Carioca decidiu apurar possíveis irregularidades graves que inclui uma “potencial omissão, descumprimento de oferta e violação ao dever da informação clara, adequada e ostensiva”, atitudes que ferem o Código de Defesa do Consumidor. A instituição exigiu que a Apple apresente o cronograma real de lançamento das funções, a lista de comerciais exibidos no Brasil, o número de reclamações registradas e as medidas de compensação previstas para os clientes lesados.
