A ação judicial contra a dona do Facebook e do Instagram mudou de patamar com a entrada de cinco grandes editoras de livros e mais um autor no processo coletivo contra a empresa. O grupo acusa a Meta de cometer uma violação massiva de direitos autorais para treinar os modelos de inteligência artificial da família Llama.
O processo, que já corria na Justiça dos EUA a pedido de diversos autores, agora tem o peso de editoras como Macmillan, McGraw Hill, Elsevier, Hachette e Cengage, além do escritor Scott Turow. Todos afirmam que a Meta copiou seus livros e artigos repetidas vezes sem autorização prévia, além de usar plataformas piratas para acessar o conteúdo.
A acusação aponta que a empresa extraiu material protegido de sites piratas famosos deliberadamente, e menciona plataformas como LibGen, Anna’s Archive, Sci-Hub e Sci-Mag. Os advogados argumentam que a fabricante alimentou o seu modelo de inteligência artificial Llama com esses dados ilegais e também com informações do banco de dados Common Crawl, repositório que também contém diversas cópias não autorizadas de obras protegidas.
