A Oura quer transformar o seu anel inteligente em uma ferramenta de utilidade com integração a recursos de pagamento, autenticação e identificação biométrica, indo muito além de usar o acessório apenas para monitorar saúde, como é o caso do Galaxy Ring e do Oura Ring 4.
Durante o Web Summit em Lisboa, o CEO Tom Hale revelou a visão da Oura para o futuro dos anéis inteligentes e compartilhou os objetivos da marca para ampliar as funções do produto. A ideia é que o wearable não seja apenas um acessório de saúde, mas também um dispositivo de autenticação seguro, útil tanto para consumidores quanto para empresas.
Hale destacou que a autenticação de identidade ainda é um desafio em muitos setores. “Imagine ter que lembrar senhas para acessar sistemas corporativos ou áreas restritas – nosso anel pode resolver isso de forma biométrica”, disse ele.
