A NVIDIA lançou oficialmente a CPU Vera, seu primeiro processador desenvolvido especificamente para a era da inteligência artificial baseada em agentes e aprendizagem por reforço. O componente chega como sucessor da arquitetura Grace, prometendo redefinir o processamento em data centers com ganhos expressivos de eficiência térmica e densidade computacional em larga escala para as chamadas Fábricas de IA.
O grande salto geracional reside na implementação dos núcleos Olympus de alto desempenho projetados pela NVIDIA, que entregam um aumento de 1,5x nas instruções por ciclo (IPC).
Essa evolução permite que a CPU Vera processe tarefas de raciocínio complexo e orquestração de ferramentas com uma velocidade até 50% superior aos chips de rack convencionais. É a consolidação da CPU como motor de condução de modelos de agentes, deixando de ser apenas um suporte para GPUs.
