Microsoft detalha nova geração do DirectX Ray Tracing para turbinar desempenho em jogos

A Microsoft publicou as especificações técnicas da próxima geração do DirectX Ray Tracing (DXR), conjunto da API gráfica destinado ao processamento da técnica que simula a luz. No geral, as novidades focam em aliviar a carga dos processadores e tirar melhor proveito das capacidades da GPU, e devem beneficiar principalmente jogos complexos de mundo aberto e títulos com cenários ultradetalhados.

A primeira melhoria do novo DXR está na chamada “Clustered Geometry”. Para entendê-la, é preciso ter em mente que os games repartem os objetos 3D em triângulos para processá-los. A ideia então é complementar o processamento de triângulos isolados, oferecendo a possibilidade de tratá-los em grupos, como blocos únicos de construção.

Essa geometria em clusters utiliza codificações compactas e formatos pré-definidos que reduzem drasticamente o consumo de memória e largura de banda da GPU, abrindo margem também para que a placa de vídeo não precise atualizar constantemente a mesma geometria — elementos repetitivos, como folhagens, multidões e objetos de cenário, são renderizados apenas uma vez e reposicionados em lote com um custo computacional muito menor.

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