O LinkedIn recebeu dois processos judiciais coletivos no Tribunal Distrital dos Estados Unidos, na Califórnia, sob a acusação de realizar vigilância de usuários por meio do escaneamento de extensões de navegadores.
Os processos foram movidos na última segunda-feira (6), após a divulgação de um relatório do grupo alemão “Fairlinked e.V.” sobre o rastreamento de extensões no navegador Google Chrome.
Segundo o documento, intitulado “BrowserGate”, o LinkedIn utiliza um arquivo JavaScript para identificar 6.222 extensões instaladas. O grupo afirma que a empresa utiliza as informações para traçar perfis de usuários e verificar o uso de softwares da concorrência.
