Estúdio de Marvel Rivals adota postura que aterroriza NVIDIA, Google e Microsoft

Uma entrevista recente reacendeu o debate sobre o uso de inteligência artificial generativa na indústria dos games. Em conversa com a Eurogamer, Goichi Suda (Suda51), cofundador da Grasshopper Manufacture e diretor de Romeo is a Dead Man, afirmou que não utiliza IA generativa no desenvolvimento de seus jogos, postura atribuída a uma diretriz da NetEase Games, publisher responsável por títulos como Marvel Rivals.

Segundo o criador, a decisão parte de uma visão artística e estrutural. Para Suda51, produções feitas com IA generativa ainda carregam algo “estranho” e artificial, percepção que, em sua avaliação, compromete empatia, profundidade emocional e a sensação de que alguém realmente colocou esforço e paixão no projeto.

Ao longo de uma recente entrevista, Suda explicou que o uso de IA generativa nos jogos resultaria em personagens rasos e difíceis de se conectar. Ele destacou que o processo tradicional valoriza habilidades humanas específicas, como arte, efeitos práticos e construção visual manual, elementos que, segundo ele, o público percebe intuitivamente durante a experiência de jogo.

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