Para a surpresa de poucos, os filtros de detecção da Meta para analisar informações falsas e barrar deepfakes estão se mostrando inadequados e insuficientes para conter a rápida disseminação de desinformação durante conflitos – como na atual guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã.
A constatação foi feita pelo próprio Conselho de Supervisão da empresa, órgão semi-independente que fiscaliza as políticas da companhia. Para o grupo, os mecanismos atuais de detecção são totalmente ineficazes para gerenciar crises complexas.
A faísca que teria deflagrado a investigação foi a circulação de um vídeo gerado por inteligência artificial que mostrava a destruição de edifícios em Israel. O Conselho considera o precedente alarmante, tendo em vista a escalada militar que inflama o Oriente Médio.
