A primeira adaptação em live-action de Death Stranding não seguirá a cartilha de Hollywood baseada em violência gráfica excessiva e choques visuais gratuitos. O diretor e roteirista responsável pelo projeto, Michael Sarnoski, revelou detalhes sobre o tom do longa-metragem e estabeleceu um forte contraste entre a produção inspirada na obra de Hideo Kojima e seu outro trabalho recente, A Morte de Robin Hood.
Em entrevista, Sarnoski ao site GamesRadar+ buscou tranquilizar os entusiastas da indústria de jogos eletrônicos ao esclarecer que, embora o roteiro não seja excessivamente violento no sentido tradicional do cinema de ação, o público ainda deve esperar uma atmosfera carregada de tensão, movimentação e perigo iminente.
De acordo com o cineasta, a brutalidade inerente ao universo criado pela Kojima Productions será traduzida nas telas por meio de uma sensação visceral de isolamento e perigo ambiental, em vez de focar no derramamento de sangue. O ambiente pós-apocalíptico, caracterizado como sombrio e estéril, servirá como o principal motor de angústia da narrativa. Segundo Sarnoski:
