Apple Watch supera rivais de peso em teste clínico de sono e exercícios

Um comparativo publicado pelo site Wall Street Journal mostra a diferença entre os principais vestíveis de monitoramento de saúde no mercado dos Estados Unidos. A colunista Nicole Nguyen testou o Apple Watch Series 11, o Oura Ring 5, o Fitbit Air e o Whoop MG durante três semanas e ainda passou uma noite no Centro de Medicina do Sono da Stanford Health Care, onde os aparelhos foram confrontados com dados clínicos de ondas cerebrais e atividade muscular.

O relógio da Apple foi superior no monitoramento de sono, com a mesmíssima duração de descanso registrada pelo laboratório, de 6 horas e 52 minutos, além de acertar os estágios do sono. O Fitbit Air ficou logo atrás, seguido pelo Oura, ao passo que o Whoop MG perdeu pontos por confundir o estado de repouso com sono leve. Vale notar que todos os dispositivos tiveram dificuldade com o sono profundo, que foi superestimado na comparação com os sensores clínicos.

Já em relação com os batimentos cardíacos durante exercícios, o cenário apresentou variação. Em atividades tranquilas na bicicleta ergométrica, todos os aparelhos se mostraram confiáveis se comparados a uma cinta torácica, mas em situações com muito movimento das mãos, como pedalar em terrenos irregulares ou empurrar um carrinho de bebê, só o Apple Watch manteve a consistência. O Whoop MG até acompanhou o relógio da Apple, mas apenas quando estava preso ao bíceps. Já o Fitbit Air e o Oura apresentaram falhas em momentos de maior intensidade.

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