Além da memória: crise faz Intel resgatar chips antigos de até seis gerações passadas

O mercado de montagem de computadores vive um fenômeno curioso de volta ao passado, como a AMD que relançou chips e um relançamento de memórias DDR4. De acordo com informações de bastidores, a Intel decidiu reiniciar a produção de processadores da 13ª e da 14ª geração, uma medida emergencial para injetar um grande volume de peças nas lojas. O plano abrange até mesmo modelos mais antigos da marca, com a oferta farta de chips de 10ª e 12ª geração.

A crise na cadeia de semicondutores atingiu um nível tão alto que a indústria de computadores voltou a apostar as fichas na tecnologia DDR4, o que já ocasiona um aumento de preços mais rápido que as de geração mais nova. Durante a feira de tecnologia de Taipei de 2026, diversas fabricantes de placas-mãe confirmaram o aumento na produção de modelos compatíveis com esse padrão.

E o pior é que a sobrevida do formato DDR4 não deve terminar tão cedo, e as empresas até preparam um calendário de componentes que cobre todo o segundo semestre de 2026 e avança pelo ano de 2027. A própria Intel planeja a chegada de uma nova geração de processadores com suporte ao padrão antigo, sob o codinome Raptor Lake Next, para a primeira metade de 2027. Essa seria a terceira atualização da linha, que mantém o uso do soquete LGA 1700.

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