A Comissão Europeia acusou a Meta de violar a Lei de Serviços Digitais ao usar recursos de design intencionalmente viciantes para as suas plataformas. Segundo a investigação preliminar, os mecanismos de engajamento da companhia estimulam o uso compulsivo, o que pode levar a uma reformulação completa das redes.
De modo geral, a investigação foca em recursos projetados deliberadamente para maximizar o engajamento, como:
- Rolagem infinita;
- Sistemas de notificação persistentes;
- Reprodução automática de vídeos.
Conforme revelado pelos reguladores, essas funcionalidades dificultam o autocontrole e incentivam o consumo compulsivo de conteúdo. O resumo da situação aponta que as salvaguardas atuais da Meta, como lembretes de tempo de tela e controles parentais, são consideradas insuficientes ou difíceis de configurar.
