A Meta deve iniciar em setembro a produção em massa dos seus novos chips de inteligência artificial personalizados. Nesse sentido, a ideia é reduzir custos operacionais e ampliar sua independência tecnológica no setor de hardware. Os componentes serão usados para otimizar os sistemas de recomendação e algoritmos de redes sociais.
Em resumo, a nova investida da empresa no setor de condutores apresenta aspectos técnicos e estratégicos fundamentais para a sustentação de suas operações de IA. A produção dos chips começará em setembro e terá design projetado em colaboração com a Broadcom, bem como fabricação da Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC).
A ideia é que esses componentes utilizem uma abordagem de chiplets modulares, o que permite que cada geração seja construída sobre a anterior com maior rapidez e incorporando as tecnologias de hardware mais recentes. O objetivo principal, então, é mitigar a escassez de itens e reduzir gastos bilionários com GPUs de terceiros.
