Supermicro tenta acalmar investidores e nega batida policial por contrabando de GPUs

Em meio a uma tempestade que levou um dos seus fundadores a ser preso, a fabricante de servidores Supermicro buscou acalmar os investidores e negou que seu escritório em Taipei tenha sofrido uma batida policial agressiva na última terça-feira (30). Conforme reportado pelo DigiTimes, a empresa afirma estar colaborando ativamente com as autoridades de Taiwan, que trabalham desde maio em uma investigação sobre o contrabando de GPUs de IA da NVIDIA para a China.

Nas declarações, a companhia esclareceu que coordenou a entrada dos agentes e permitiu o acesso aos dispositivos eletrônicos dos funcionários investigados, que já foram colocados em licença administrativa — nenhuma “invasão” teria ocorrido nos escritórios da marca.

O diretor de receita da Supermicro, Matt Thauberger, enviou um comunicado a clientes e parceiros para tranquilizar o mercado. “Os escritórios da Supermicro em Taiwan não foram invadidos por nenhuma autoridade governamental. Temos tolerância zero para qualquer pessoa que viole a lei ou nossas políticas internas.”

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