A montadora Ford iniciou um movimento de correção em sua estratégia de produção após admitir que a implementação acelerada de inteligência artificial não entregou os resultados de qualidade esperados e, na verdade, trouxe muitas “dores de cabeça” com constantes acionamentos da garantia.
Nos últimos três anos, a empresa recontratou cerca de 350 engenheiros de nível sênior nos Estados Unidos, muitos dos quais são ex-funcionários da própria casa, com a missão específica de treinar sistemas de IA.
Essa mudança ocorre após a percepção de que a tecnologia, isoladamente, não atingia o rigor técnico e a excelência da produção humana.
