Os gatos com inteligência artificial superaram as expectativas na Uber, e a empresa precisou tomar medidas drásticas neste início de junho. A diretoria decidiu restringir os gastos com IA depois que todo o orçamento anual reservado para as ferramentas foi gasto em apenas quatro meses.
Uma nova regra interna na plataforma de caronas estabelece um limite de US$ 1.500 por mês para cada funcionário gastar com assistentes de código, como o Claude Code e o Cursor. O sistema da empresa registra o consumo em um painel individual para controle rigoroso, mas os trabalhadores podem ter autorização prévia para ultrapassar esse teto em casos específicos.
É curioso observar a mudança drástica de postura da empresa em relação à adotada no começo do ano. Até recentemente, a companhia incentivou a equipe a explorar os recursos automatizados de IA ao máximo, e a chefia chegou até a criar um placar competitivo para classificar e premiar os profissionais com o maior nível de adoção da tecnologia.
