A Microsoft oficializou um recuo histórico com a liberação da atualização de abril de 2026 para o Windows 11. Pressionada pelo baixo engajamento e pela forte resistência do público, a gigante de Redmond agora permite desinstalar completamente o Copilot. A concessão transforma o assistente nativo em um recurso opcional, interrompendo a imposição da tecnologia no sistema operacional.
A mudança de postura foi motivada por uma rejeição comercial explícita. De acordo com métricas do ecossistema Microsoft 365, apenas 3,3% dos usuários corporativos com acesso ao chat optam por pagar a assinatura mensal. Na ponta do lápis, a taxa de conversão é baixíssima: de 450 milhões de contas comerciais ativas globalmente, somente 15 milhões são assinantes pagantes.
O maior foco de insatisfação partiu do mercado corporativo. Os administradores de TI se opuseram à integração forçada da IA sem sistemas adequados de controle e governança de dados. Com a nova diretriz de gerenciamento introduzida pela dona do software, o procedimento de exclusão ficou simplificado e pode ser feito de três maneiras distintas:
