IA na guerra: Google aceita acordo com Pentágono que rival rejeitou por ética

À medida que a tecnologia evolui, ela também chega aos campos de batalha, e agora essa linha acaba de ficar mais tênue. O Google concedeu ao Departamento de Defesa dos Estados Unidos o acesso à sua inteligência artificial (IA) para ambientes de segurança máxima, cercados de informações sigilosas.

A nova medida permite, basicamente, que todos os usos considerados lícitos pela legislação americana sejam realizados. A movimentação ocorre logo após a Anthropic, uma das principais desenvolvedoras de IA do mercado, ter se recusado a aceitar os mesmos termos impostos pelo governo.

A desenvolvedora do Claude buscava estabelecer proteções técnicas (ou guardrails) para garantir que sua tecnologia não fosse utilizada para vigilância de cidadãos ou para o desenvolvimento de armas autônomas.

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