O Linux pode remover milhares de linhas de código legado do kernel, e a culpada é a popularização da Inteligência Artificial, que tem sobrecarregado os desenvolvedores voluntários com relatos de erros em códigos de rede antigos.
Diante desse cenário de “bagunça”, surge uma proposta drástica para lidar com o problema: a remoção completa dessas milhares de linhas de código para evitar o desperdício de tempo com relatórios gerados por IA, muitas vezes baseados no fenômeno do “vibe coding” e não em necessidades reais de uso.
Recentemente, o desenvolvedor Andrew Lunn submeteu uma série de patches que visam eliminar drivers de dispositivos de rede obsoletos do kernel de código aberto.
