Pesquisadores desenvolveram células produtoras de insulina envolvidas por uma espécie de escudo cristalino microscópico. Nesse sentido, o destaque do novo dispositivo acontece pela sua capacidade de funcionar sem a necessidade de baterias externas ou monitoramento manual constante por parte do paciente.
Bioengenharia em foco: O funcionamento do novo implante autônomo
Em resumo, o novo sistema age como um “pâncreas biológico”, com capacidade de detectar automaticamente o aumento de glicose no sangue. Além disso, ele libera a quantidade necessárias de insulina sem precisar usar sensores externos, baterias ou eletrônicos.
Resultados dos testes
Testes foram realizados com animais e neles, o implante conseguiu manter os níveis estáveis de glicose por longos períodos. Além disso, as células permaneceram viáveis e funcionais em primatas não humanos. Os resultados foram publicados na Science Medicine.
