A Motorola está comercializando celulares de entrada na Europa, como o recém-lançado Moto G17, sem nenhuma previsão de atualização de versão do Android, aproveitando uma brecha técnica na legislação da União Europeia.
A estratégia, detalhada em reportagem do Android Authority, revela que a empresa cumpre a exigência de cinco anos de patches de segurança, mas elimina o desenvolvimento de novas gerações do sistema operacional.
O cerne da questão reside na redação das normas de Ecodesign implementadas pela Comissão Europeia. O texto regulatório estipula que, “se” os fabricantes fornecerem atualizações de segurança ou funcionalidade, estas devem permanecer disponíveis gratuitamente por cinco anos após a retirada do produto do mercado.
