Dying Light: The Beast é brutal o suficiente para sustentar a franquia? | Análise / Review

Dying Light: The Beast chegou em 19 de setembro aos PCs e consoles como o terceiro jogo da franquia que vem ganhando cada vez mais fãs desde 2015. Com modos single e multiplayer, será que esta sequência ainda consegue inovar o bastante para justificar o investimento dos gamers? Descubra agora nesta análise.

Libertando o monstro

Dying Light: The Beast começa como uma sequência 21 anos após os acontecimentos de Dying Light: The Following. Desta vez, Kyle Crane começa no laboratório do Barão, sendo uma cobaia dos seus experimentos por longos 13 anos. O resultado é que Crane se tornou um ser meio humano e meio monstro, capaz de assumir a forma de uma besta violenta.

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